Meu filho de cinco anos está naquela fase dos brinquedinhos do NhacDonalds. Só vai lá para ganhar as bobagenzinhas, mas pelo menos não desperdiça a comidinha. Come (quase) tudo e eu acabo também comendo alguma coisa afinal ninguém é de ferro e muitas vezes comemos apenas por inércia – ainda consigo sair dessa algum dia!
Na hora de ir embora, geralmente eu que vou jogar fora os restos. Toda vez penso a mesma coisa. Pra que tanta embalagem? O sanduíche vem na caixinha. A batatinha vem no copinho. A salada na travessa de plástico, o suco no copo descartável. O sundae, idem. A tortinha na embalagem de papelão. Ufa! Cada consumidor mactrouxiano produz em média quase um saquinho plástico (aqueles de supermercado) de lixo não compactado por refeição. É muito lixo! Se você já foi lá na loja do Ronald, já deve ter percebido isso ou talvez não afinal algumas coisas são importantes para alguns e nem tanto para outros.
Eu não me importaria em receber os sandubas e as outras coisas em embalagens mais simples. Poderiam até baratear um pouco os preços e ajudar nosso querido planetinha (me deu saudades do Tom!) a se livrar do lixo excessivo.
A maioria da população terráquea adora embalagens. Principalmente as crianças, que são atraídas pelas cores e bocas, sorrisos e palhaçadas. Aí crescem acostumadas pelo lixo do luxo insano. Aquele que apenas dá aparência e não experiência. Boa semana!
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