O que você vai fazer a respeito do Airbnb, Hoteleiro?

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O Airbnb é um canal na internet onde qualquer pessoa que possui um quarto vago em sua residência, seja ela um apartamento ou uma casa, disponibiliza para estadas por meio de tarifas diárias, que podem ser locadas também por outros períodos. As opções geralmente são nos domicílios onde os proprietários são residentes, ou seja o hóspede compartilha do dia-a-dia de quem está locando seu espaço.

As variações para locação variam desde edícula, quartos, suítes, mansões ou até de castelos localizadas em destinos high-end como Nova York, Paris, Rio de Janeiro, Londres, San Francisco, Los Angeles e Cingapura. Existem opções em todos os níveis e os preços das diárias variam de acordo com a localização.

O história da Airbnb começa em 2007 quando dois norte-americanos, Brian Chesky e Joe Gebbia, residentes em São Francisco, não tinham como pagar o aluguel. Eles decidem então disponibilizar em seu loft três colchões de ar para locação, oferecendo como atrativo na hospedagem o café da manhã produzido por eles.

Colocam no ar um site simples e conseguem três locadores, dois rapazes e uma moça, pagando US$ 80 cada um. A ideia nasce e no início de 2008 eles convidam um antigo roommate e engenheiro, Nathan Blecharcyzk, para entrar no negócio. No verão daquele ano eles lançam a companhia durante a Convenção Nacional Democrática realizada na cidade, aproveitando a alta demanda por hospedagem e a baixa oferta de leitos. Eles batizam o empreendimento de Airbed & Breakfast.

Para levantar o montante suficiente para investir no site, eles compram dezenas de caixas de cereais, substituindo suas embalagens por caixas com ilustrações dos candidatos Obama e McCain. Eles vendem 500 caixas por US$ 40 cada e levantam US$ 30 mil. O site vai ao ar mas os negócios apenas engatinham e eles acabam se alimentando dos cereais que sobraram.

No primeiro semestre de 2009 eles se associam com Paul Graham e conseguem mais US$ 20 mil de fundos. O Airbed & Breakfast se transforma no Airbnb e outros US$ 600 mil entram no caixa, vindos do Sequoia Capital e Y Ventures. Como estratégia de negócio eles passam a cobrar um booking fee dos locatários e um percentual um pouco maior dos locadores.

Mas ainda faltava algo. Em 2010, Brian e Joe vão para Nova York e visitam todos os imóveis para fazer fotos profissionais dos espaços, que começam a ter uma procura duas ou três vezes superior daqueles que não têm imagens. No final do ano, eles conseguem US$ 7.2 milhões de fundos de mais seis investidores.

2011 é o ano crucial para o Airbnb. Em doze meses registra um crescimento de 800% no número de room nights, com opções em 89 países e atinge a marca de 1 milhão de noites reservadas. Ainda em 2011 é feita integração com as redes sociais como o Facebook, oferecendo assim mais segurança na verificação dos locadores e locatários. O Airbnb está consolidado e entra para o clube do $bilhão, com mais um aporte de US$ 112 milhões, vindo de oito investidores, incluindo o ator Ashton Kutcher.

Nem tudo é um mar de rosas, pois no mesmo ano um locatário diz que é foi roubado e seu imóvel detonado. Um pedido de desculpas é feito pela administração do Airbnb além de toda a ajuda possível para deixar o espaço do “cliente”em ordem. Logo depois, acontece o mesmo caso com outro host. O Airbnb anuncia uma cobertura de US$ 50 mil para casos de danos para todos os locatários. E no seguinte, em 2012, eles aumentam o valor para US$ 1 milhão.

Ainda em 2012: o Airbnb adquire o Crashpadder e o Localmind, a primeira uma empresa européia similar e a segunda sendo um site social sobre destinos. O furacão Sandy atinge Nova York deixando milhares de desabrigados. O Airbnb encoraja os locatários da região a diminuir os preços e receber as pessoas em seus espaços. Mas, a notícia mais importante é o desbanque sobre o número de noites vendidas pela Hilton. Isso mesmo o Airbnb ultrapassa a rede hoteleira, chegando a 4 milhões de “hóspedes” e mais de 300 mil opções em 192 países.

A atuação do Airbnb incomoda e em 2013 um dos locatários é multado em US$ 2.400 por receber hóspedes em seu apartamento. O site assume as despesas enquanto luta na justiça.

Em 2014, ou seja há um ano atrás, o Airbnb atinge a marca de 10 milhões de hóspedes e 550 mil propriedades. Mais fundos entram nos cofres: US$ 500 milhões, fazendo a startup valer US$ 10 bilhões. O mercado corporativo entra na mira do site. Buscando a “legalidade”, o Airbnb começa a cobrar 14% de taxas revertidas em impostos em São Francisco, San Jose, Chicago e Washington DC, além de Amsterdã, na Holanda.

Em 2015, o Airbnb inicia o processo de valuation de US$ 20 bi, lança sua plataforma em tablets e incentiva seus locatários a praticarem preços flexíveis, de acordo com a demanda. Pra fechar a história, o Airbnb vale cerca de US$ 24 bi e mais do que a Hilton, Hyatt e Mariott juntas.

Mas, qual o segredo afinal? Por que tanto sucesso? A resposta está na demanda, no público consumidor que está mudando. Os millenials estão aí, trabalhando, consumindo e querendo novidades e experiências. Ficar na casa de um cidadão do destino pode criar novas formas em conhecer a cidade. A nova geração quer integração, coletividade, simplicidade e praticidade. 

E os hotéis como ficam nessa história. Qual será o futuro deles? Muitos hoteleiros dizem que o mercado corporativo ainda prefere os meios de hospedagem tradicionais. Mas, é bom lembrar que os baby-boomers, a geração dos nascidos entre 1945 e 1965, ainda está na ativa. E quando essa turma pendurar as chuteiras, e as novas gerações assumirem de vez o consumo? O que você vai fazer, hoteleiro, pelo seu futuro? Think.

Faça o melhor dos check ins: no seu coração!

Humanos que somos, muitas vezes caímos nas armadilhas dos impetuosos pensamentos que nos levam a irritações, permitindo o desfoque das práticas que estão nos conduzindo ao caminho de ascensão, em direção a Ilha do Paraíso, lá onde, segundo o Livro de Urania, é a morada do Grande Pai.

Na verdade esses momentos de irritabilidade podem causar um efeito como o da bola de neve, onde deixamos o nosso sagrado de lado e iniciamos um processo de descida de uma grande montanha, dentro de um trenó, perdendo o controle e indo bater de cara num belo elemento da natureza, uma pedra ou árvore. Aí acordamos… Paramos, refletimos naquela ação e entendemos que as irritações não valem nada. 

O descompasso dos pensamentos e a infiltração de energias não qualificadas ajudam nesse processo de desequilíbrio, permitindo também a sua dissipação em meio ao entorno em que atuamos. Por isso, tem sido ensinado pelo nosso Mestre, que o centramento deve ser um ato constante, focado, praticado e compartilhado, de preferência com a sábia invisibilidade dos nossos mestres, guardiões e todos os seres que atuam no caminho da luz e do amor incondicional. 

Praticar o amor incondicional é um dos exercícios mais importantes para o crescimento espiritual, pois é contrário ao ego, este sim nosso maior empecilho para a prosperidade e evolução etérea. O ego aprisiona, traz irritações, que se transformam em energias amargas, densas, causadoras das nossas próprias doenças. Tenha a certeza que todas as doenças são causadas por questões emocionais. Aliás, o maior mistério da vida, segundo Kike Pinto Cárdenas, um dos compositores mais notáveis que conheço, está dentro do nosso peito, e é o nosso coração, e quando entramos nele, começando a praticar o auto conhecimento, este sim é um caminho que leva para a nossa evolução.

Precisamos parar de repetir de vida e galgar outras esferas. Outros dizem, ah, somos humanos e devemos nos comportar como tais, às vezes é válido dar uma derrapada, que mal tem? Estamos aqui mesmo, não é? Não concordo. Saber que algo não está correto e prática-lo não é um ato muito sábio.

A humanidade está a um passo de um grande salto quântico, basta apenas perdoar. O perdão não gera raiva, ódio, vingança e outros sentimentos que enlameiam a nossa própria vida e a evolução. O perdão atrai a tolerância, que agrega a solidariedade, e esta é uma das bases do amor. 

Precisamos parar de agir sem pensar. Precisamos planejar nosso comportamento. É necessário querer entender o que estamos fazendo neste planeta, e qual é a nossa missão. Todos somos filhos do mesmo Deus, e sendo assim, somos todos irmãos, e como tais devemos nos comportar. É isso que todas as entidades religiosas tentam ensinar. O caminho é único. Somos Todos Um.

Os hoteleiros e todos os profissionais que trabalham no segmento têm uma nobre missão: o acolhimento, a receptividade e a entrega de uma estada feliz para uma outra pessoa. É quase como um amor incondicional. O hóspede percebe a boa energia, mas às vezes não sabe quem foi quem a emanou. 

Faça o check in no seu coração e aceite o divino que habita lá dentro. Pratique a meditação, esteja sempre em contato com a natureza e dedique um tempo para se conhecer. Você irá se surpreender com o que irá encontrar. O puro amor, oriundo do Grande Pai e de todos os seres que trabalham como Mensageiros da Luz. 

Aéreas X Hotéis: anos luz à frente!

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A história toda começou com a demanda de um amigo para comprar uma passagem para Paris, pois ele sabe que tenho amigos trabalhando em agências de viagens. Dei um skype para um velho e conhecido amigo e o melhor que consegui foi R$ 15 mais caro (incluindo taxas) do que o próprio site da companhia aérea, em busca feita pela ferramenta Skyscanner – available para android e iOS, que ele mesmo tinha pesquisado antes de me ligar.

Eu já tinha “baixado” o app, mas nunca tinha pesquisado a fundo. Fiz a mesma busca que ele tinha feito e acabei caindo dentro do site da companhia aérea com o preço mais barato do que a da agência de viagens, que me passou o valor de custo. Fiz outras pesquisas, de São Paulo para Salvador, por exemplo, e depois de escolher o voo o aplicativo sempre direcionava para o site da aérea. O app deixa claro que não cobra nada pelo “serviço”.

Ótimo. Baixei também o Skyscanner Hotéis para ver como funciona. Inseri alguns dados de uma suposta viagem à capital baiana. Rapidamente e com um visual clean o app me apresentou uma lista com mais de 200 meios de hospedagem. OK, escolhi um hotel, cliquei, a página deu uma viradinha e apresentou os preços em alguns canais como booking, logitravel, easytobook, hotels. E o site do hotel, está disponível? Não.

OK, é muito difícil você fazer a integração com milhares de sites de hotéis independentes, muitos deles nem tem um CRM instalado ali, então, tecnicamente se torna complicado. As companhias aéreas podem ter um número que ultrapasse os dois dígitos, mas e as redes hoteleiras? Por que elas não estão com a sua venda direta ofertada por meio de seus sites, seus canais próprios? Venda limpa, sem comissões, podendo ser até 20% mais atrativas?

Uns falam em paridade tarifária, que é preciso respeitar a equivalência em todos os canais. Na semana passada, a Marina Julio comentou que na Alemanha a paridade tarifária já está sendo questionada e alterada. Pois é, eu não chego na St. Marché, peço um pão rústico e digo, quanto custa? Ah, tá pago 30% menos, pode ser? Por que então os hotéis permitem que os canais digitais estipulem preços mínimos? Ah, porque eles vendem bastante… Alguns respondem.

A solução é capacitar investidores, diretores, gerentes e fazer as contas. Investir X e ter o retorno em Y tempo. Ou ainda tem hotel que imprime tarifário? O pior é que tem… 

Arar a terra, semear, regar, podar, tratar, cuidar, colher… Sim, dá muito trabalho, porém com toda a tecnologia existente hoje, qualquer demanda se faz possível no universo da informática. Basta querer. A união faz a força e o hoteleiro precisa entender que o destino vem antes de qualquer meio de hospedagem. E se o destino vem antes, então é preciso se unir em torno dele e aí sim incitar a criatividade e se diferenciar do restante. Cada um fazendo o melhor sempre! E aí o mercado cresce, se aprimora, se valoriza… 

Não perdi as esperanças, tenho a bandeira da hotelaria hasteada e um dia chegaremos lá. 

Quem tem que mudar é o cidadão, depois o governo!

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O cidadão brasileiro reclama do governo que tem. Corruptos, ladrões, cambada de marginais, além de outros termos são utilizados para clamar o sentimento de indignação, seja por algo que o próprio indivíduo deseja para si, e em poucos casos, quando visa o melhor para um todo, à sociedade.

O governo, seja ele federal, estadual e municipal, vem do próprio povo. Não é um grupo de seres de outros países ou galáxias longínquas que aportou nesse país-continente. Sim, o governo saiu de nós. Sendo assim, as mudanças que alguns tanto desejam precisam ser feitas, primeiro, nos próprios cidadãos.

Por isso, neste ano decidi me transformar num cidadão melhor. Não é que eu não seja, pois um mínimo já tenho feito. Entre várias ações, auxilio a todos quando me é permitido, não sou egoísta no trânsito, respeito o idoso, não jogo lixo na rua, reciclo, penso positivo e emano boas energias para todos, sem exceção.

É, mas está faltando algo. Uma coisa que parece ter despertado em mim em junho de 2013, quando eu e milhões de brasileiros fomos às ruas dizer que é preciso mudar.

Essa mudança, de novo, precisa acontecer primeiro com cada um de nós.

Vai dar trabalho? Sim, mas valerá à pena. Talvez eu deixe um legado para meus filhos e descendentes. Talvez, se eu tiver que voltar para este País num outro momento, num outro corpo, o legado servirá para mim também.

O que vou fazer? Vou vigiar meus candidatos ao senado, câmara e assembléia (ainda não tenho candidato à presidência). Se eles forem eleitos, vou ficar de olho neles, acompanhando tudo que fazem, sabendo se faltam, quanto gastam, que ideias desenvolvem, entre outras ações. É o mínimo que posso fazer como cidadão e se muitos fizerem o mesmo, aquele que estiver ocupando um cargo, saberá que tem pessoas fiscalizando seu trabalho. Vou dedicar 30 minutos por dia para cumprir esta tarefa.

Não é isso que a chefia de um hotel faz, por exemplo? Não cobra seus colaboradores? Não é ele que paga os salários deles? Se pagamos impostos, somos portanto chefes dos senadores, deputados e vereadores, tendo o direito de cobrar de todos a satisfação pelo que fazem. Eles não são, portanto, colaboradores pagos por nós?

Esse exemplo começa de baixo, quem mora em condomínios sabe disso, lá existem leis, sendo o síndico e seu conselho que coordenam essas questões.

Por isso, mãos à obra. Enquanto essa suposta democracia não mudar a lei do voto obrigatório, o brasileiro continuará votando por votar, e pior, sem cobrar nada de ninguém. Quando o voto for facultativo, o eleitor votará consciente. Mas, se queremos mudar algo, que seja agora. Um dia, conseguiremos.

Como falta quase um mês para as eleições, ainda dá tempo para escolher com clareza os teus candidatos. Tem alguns sites que aferem as atividades de cada um dos políticos como:

http://www.excelencias.org.br/quemquer/
http://www.politicos.org.br/
http://www.eleitoralbrasil.com.br/index.php/txt/ler/14
http://www.sermelhor.com.br/espaco/escolhendo-o-seu-candidato-que-criterios-seguir.html
http://www.eleicoes2014.com.br

Ah, e se você ainda tem dúvidas sobre voto em branco ou nulo, olhe este site: http://tinyurl.com/m6evogy

Nestas eleições, vote com consciência! Pense que assim você estará ajudando as gerações futuras!

Vou me embora para…?

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Estou pensando em ir embora do Brasil. Me disse, hoje (11), um amigo hoteleiro, expert em desenvolvimento.

Mas, por quê?

Estou muito desanimado com a situação do país, pela falta de segurança, de infraestrutura, pela ausência de planejamento.
Ver todo dia essa falta de inteligência dos governantes, que continuam a olhar para o nada, aprovando leis que não servem para ninguém, a não ser para eles mesmos.
Estou cansado de ficar horas parado no trânsito, e ver que não há nenhuma solução para isso a curto, médio ou longo prazo.
Estou triste porque não posso ir mais a minha chácara e passar o final de semana. O motivo? O aumento do tráfego nas estradas.
Antes, eu voltava no domingo às 20h, depois mudei, por causa do trânsito, para às 19h, 18h, 17h, 16h…. 14h, e vi que não valia mais a pena ir para lá passar poucas horas. Vou por à venda. O sonho em ter um cantinho para descansar acabou.

O desabafo continuou e virou uma comparação do Brasil com a Terra do Tio Sam, sim os Estados Unidos.

Apesar da crise, lá nos EUA, o custo de vida é mais baixo. Existem leis e elas são cumpridas. No trânsito, existe respeito ao pedestre, e este também respeita as faixas. Aqui, os pedestres atravessam onde querem, na hora que querem, mesmo que o semáforo esteja vermelho para eles. Lá as ruas não são remendos de asfalto. Você já andou por Moema, onde é cobrado um das mais altos IPTU’s do Brasil e não há nenhuma rua que tenha mais de 20 metros sem um remendo, uma depressão ou um buraco? 

Concluímos que nem o básico nos temos.

Não existe um lugar perfeito. Os EUA também têm seus problemas e imperfeições, porém lá o mínimo existe. Transporte, educação…
Nós não precisamos de muito não, porém aqui no Brasil, quase tudo é uma baderna, um descaso.

O grande problema do Brasil são os brasileiros. Um povo que não está aí com nada. O povo critica mas não faz nada, não reage. Enquanto o governo ficar querendo crescer sua economia com a venda de automóveis, não haverá luz no final do túnel. Mas, para eles quanto mais carros saírem da fábrica, melhor será. Vamos fazer uma conta simples? De acordo com o portal Ig, as vendas da montadora Fiat em agosto foram cerca de 66 mil automóveis.
Vamos imaginar que a média de preço seja de R$ 25 mil por veículo. Total vendido pela Fiat:  25 mil x 66 mil = R$ 1 bi e 650 milhões. Isso só da Fiat. Vamos aumentar a lista? Pegar as 10 montadoras que mais venderam? Total de carros vendidos: 296,6 mil. Vamos manter a média de R$ 25 mil por automóvel. Total de vendas: R$ 25 mil x 296,9 mil = R$ 7 bilhões e 422 milhões. Isso em um único mês.

Bom, agora vamos a pior parte: quanto de imposto o governo leva nessa? Segundo o site icarros exatos 38,7% vão para os cofres públicos, no caso de carros que não são chamados de populares, os 1.0 da vida. Estes recolhem 33,8%. Pois bem, vamos pelo menor índice: 33,8% de 7 bi e uns “quebrados” dá? R$ 2 bi e 509 milhões. Lembrando que isso num único mês. Vamos multiplicar por 12? R$ 30 bilhões por ano. Limpos, na faixa, sem fazer esforço. Mais do que qualquer sócio da Fiat, VW, GM e de outra montadora. Aliás, quem paga impostos, sabe muito bem quanto o governo morde todo mês.

Então, quanto mais carros forem vendidos, melhor para o governo, certo? E nós? Ficamos parados no trânsito, sem transporte público decente, com investimentos super lentos no Metrô. Sem aumento de avenidas, sem planejamento, sem Plano Diretor. E falando nisso, sabem qual é o Plano Diretor da Prefeitura de SP? Aumentar a arrecadação do IPTU. Ou seja, quanto mais prédios, melhor. Mais prédios, mais carros e assim vamos levando.

E falando em Prefeitura, São Paulo conseguiu eleger um prefeito que vai ganhar um troféu. O de pior prefeito da cidade. O Pitta (que Deus o tenha), deve estar feliz.

Vou me embora para os EUA, enquanto meus filhos são pequenos. Quem sabe, pelo menos seremos mais felizes, tendo o básico do básico?

Que dá uma vontade… Ah, dá!

A certeza da incerteza

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Quando Steve Jobs deixou esta esfera no final de 2011, não foi difícil predizer que a Apple poderia iniciar o ciclo contrário ao da ascensão. O mago Steve foi o responsável pelos lançamentos de dois dos mais inovadores gadgets da século XXI, iPhone e Ipad, além de tantas outras soluções criadas ao longo de mais de 30 anos de atividades dedicadas às indústrias da tecnologia, informação e do entretenimento.

Quando o iPhone foi lançado, em 2007, isso mesmo há menos de seis anos [não parece que sempre existiu?], o conceito de telefone celular mudou para sempre. O modo de interagir com um aparelho eletrônico nunca foi o mesmo e o modelo se tornou um dos produtos mais desejados do planeta, sentimento auxiliado pela excelente estratégia de marketing da empresa da “maçã mordida”.

Depois, há exatos três anos, Jobs apresentou-nos o primeiro iPad, o equipamento mais inovador desde a invenção do PC e visto pela primeira vez num dos primeiros filmes da saga Star Wars, na década de 1970, e que veio para competir diretamente com os laptops, conhecidos, no Brasil, como notebooks.

Nada melhor, para aqueles que apenas navegam pela grande rede, utilizar o equipamento que chegou ao modelo ideal com o lançamento do iPad Mini [o antigo iPad, o maior, já ficou obsoleto].

A Apple transformou-se em pouco tempo na empresa de maior valor no planeta, tendo desenvolvido, desde sua fundação em 1976, soluções de hardware e software. Quem não se lembra do primeiro Macintosh? Revolucionário! Depois o iMac, iPod, além do iTunes, que acabou com o CD?

Pois bem, as ações da Apple, que chegaram a valer, em média, mais de US$ 700 em 2012, registraram na última sexta-feira uma queda de mais de 50%, fechando em US$ 390. O que aconteceu? Nem os especialistas sabem dizer o motivo.

Não desejo de nenhuma forma parecer ser um guru, porém a certeza de que a Apple ficaria incerta ficou clara para mim no final de 2011, não só pela passagem de Jobs, como pelo lançamento do iPhone 4s. Naquela momento, o lançamento , na minha opiniào, deveria ser o iPhone 5, mais fino, leve, com uma tela maior e bateria mais duradoura. Estas eram as demandas de seus clientes e que não foram escutadas pelos executivos da empresa baseada em Cupertino, na deliciosa California.

Só que do outro lado do planeta uma outra empresa entendeu o recado e transformou-se na maior concorrente da Apple, seu nome? Samsung. Para quem nunca teve um artigo Apple e quer ter seu primeiro tablet ou smartphone, a dúvida é grande! Sendo um Apple user e convivendo feliz com meu MacBook sem a necessidade de ter um antívirus , não devo mudar de lado. Mas, analisando o Samsung Galaxy Note 2, dá para perceber que o equipamento é superior ao iPhone. E além disso, é um dois-em-um perfeito, pois é celular e tablet ao mesmo tempo.

Percebe-se que a a Apple está buscando lançar um novo produto, que pode ser o iWatch, relógio de pulso com integração ao iPhone. Mas será que essa é a solução? Olhando para uma outra gigante, Google, que está finalizando o Google Glass, óculos que tira foto e conecta-se ao Facebook, literalmente num piscar de olhos, será que um relógio de pulso parece ser tão inovador?

Talvez a maçã mordida precise passar da cor branca para vermelha, quem sabe?

Vinho e boa música ao som da Tito Martino Jazz Band

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Tito Martino é mestre na clarineta
(foto: concertino.com.br)

Para quem curte uma boa música harmonizada com um bom vinho, anote na agenda: dia 31, a Tito Martino Jazz Band se apresenta no restaurante Santo Colomba, localizado no coração dos Jardins, em São Paulo.

O jantar Creole New Orleans começa às 20h30 e como diz o Tito, está tudo incluído: estacionamento, aperitivo, antepasto, salada, prato principal e sobremesa. Além disso você pode levar o seu vinho que a taxa de rolha é isenta.

Tito Martino é dos músicos mais talentosos do País e a sua música é contagiante. Além disso ele foi o criador da casa Opus 2004 e da Traditional Jazz Band. Mas, não deixe para a última hora, os primeiros dois shows ficaram lotados! Reservas no 3061-3588