De ladinho

Nesta semana fui ao Festival do Turismo de Gramado. A cidade está cada vez melhor. Limpa, organizada, os cidadãos educados, atendimento excelente. Enfim, o município conscientizou-se que vive quase 100% do Turismo e é por isso que trabalha para agradar os turistas que chegam o ano inteiro.

Repito 1: o melhor negócio do mundo é o Turismo. Traz divisas, aprimora a infra-estrutura das cidades, desenvolve a cultura e a educação de todos, movimenta a economia, além do fator mais importante: o segmento propicia a felicidade, o bem-estar, a alegria, o divertimento e a amizade.

Repito 2: o país deve se concentrar em desenvolver todas os destinos com potencial turístico, tranformando-os em Gramados, Floripas, Antoninas, Bonitos, Águas de Lindóia, Búzios, Itaúnas, Morros de São Paulo, Itacarés e muitos outros que se fossem merecidamente citados formariam em extensa lista de tirar o fôlego.

Repito 3: o Ministério do Turismo deve, precisa e merece ter um executivo que conheça e acumule em sua bagagem profissional muitos anos de experiência. Alguém que durante seu discurso não repita dez vezes as mesmas palavras…

Bom nobre leitor, você deve estar se perguntando o que o tíulo “De ladinho” deste post tem a ver com tudo isso. Explico. Viajo desde os 12 anos em vários tipos de aviões. Ultimamente, os aeroplanos de algumas companhias brasileiras, para poderem transportar mais passageiros deixam um espaço mínimo para as pernas. Ou seja, mais espaço para fileiras de assentos e menos para pessoas de alta estatura. Tento sempre pedir para me acomodarem nas fileiras centrais onde ficam as saídas de emergência, o que nem sempre é possível. Às vezes as atendentes não sabem exatamente onde elas ficam, devido ao tipo da aeronave e se confundem.

Nesta última viagem, sentei numa das poltronas do corredor, o que foi a minha sorte. Logo que o avião decolou o passageiro (muito egoísta) reclinou o seu assento, não me possibilitando nem ao menos posicionar o note book para trabalhar um pouco. Joelhos travados e sem espaço, a solução foi erguer o braço da poltrona e me sentar de lado com as pernas para o corredor. Ainda bem que a viagem foi curta.

Lembro quando o Nelson Jobim assumiu o Mini-estéril da Defesa. Bravejou sobre essa questão da distância ridícula entre os assentos. Disse que criaria uma norma para regularizar a situação, bláblábli e blábláblá. Nada foi feito e nem imagino o que tenha acontecido para que a ação fosse deixada de lado. Alguém sabe? Bom, vamos para mais uma semana de trabalho. O Natal se aproxima e talvez milagres aconteçam. Fui nessa!

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